Três palmos e meio teus é a distância entre nós, onde está um compasso intemporal que insiste em explodir de areia que não cai. Tomara eu que nada disto me enchesse de ti, me bloqueasse com nuvens de algodão doce onde provamos o leve sabor da paixão. Levo um segundo para suspirar e só nesse instante quebro o feixe de negro. Quando o meu fôlego acaba já não te toco outra vez. Desde a primeira vez que não paro de suspirar…
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
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2 comentários:
muito
bom
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