Ontem fui ver a Deolinda.
Fiquei logo encantada com os paninhos de renda a cobrir as colunas, com a mesinha no canto decorada com vasos de flores e molduras. À bom português!
O cenário era simples e sentido, como a própria Ana Bacalhau. Não deixando de realçar a qualidade dos restantes músicos da Deolinda, a vocalista Ana Bacalhau é sem dúvida o amor e a dor do espectáculo. Tão depressa sofre com um amor não correspondido, como sorri, canta e dança com as boas aventuras das "suas meninas".
Não resisti a acompanhá-la cantarolando, a bater freneticamente as palmas e a dançar tanto sentada como de pé.
Não se podiam tirar fotografias e eu também não as tirava, porque escaparia delas, com toda a certeza, todos os bonitos detalhes e intensidade das histórias que foram contadas.
Não pude deixar de reparar na variedade de público que estava no Teatro Académico Gil Vicente. Desde miúdos (EU!) a graúdos. Tanto senhores de fato, como estilos mais alternativos. É mesmo engraçado ver como este jovem grupo conseguiu chegar, em tão pouco tempo, a tanta gente!
Um belíssimo espectáculo a repetir e a aconselhar com toda a certeza!
sábado, 13 de dezembro de 2008
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2 comentários:
:D
Ora aí está um concerto que eu gostava de ter ido ver! ;D*
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